Sobre o Voz
Um jornal de bairro, feito por pessoas que moram perto das histórias que contamos.
O Voz começou em 2024, quando um grupo de moradores percebeu que as mudanças do dia a dia — obras, feiras, assembleias de condomínio, mutirões — apareciam de passagem nas redes sociais, mas raramente ganhavam contexto. Faltava um registro editorial, com data, nome de fonte e espaço para discordância.
Não somos afiliados a nenhum partido, construtora ou associação comercial. Nossa receita vem de apoio de leitores e de parcerias pontuais com projetos culturais locais. Quando uma matéria envolve um patrocinador, isso é indicado no texto.
Como trabalhamos
A redação é enxuta: três repórteres fixos e colaboradores ocasionais — professores aposentados, estudantes de jornalismo, donos de padaria que conhecem cada esquina. Cada reportagem passa por revisão de fatos e checagem de nomes antes de ir ao ar.
Cobrimos três frentes: cidade (infraestrutura, transporte, espaços públicos), comunidade (associações, voluntariado, cultura de vizinhança) e cotidiano (comércio local, rotina, pequenos hábitos que definem um lugar).
Acreditamos que jornalismo local não precisa ser sensacionalista para ser relevante. Uma calçada quebrada, uma feira que reabre, um mutirão de fim de semana — são assuntos que afetam a vida real de quem mora aqui. Nosso compromisso é ir além do anúncio: explicar como uma decisão foi tomada, quem participou e o que muda na prática.
Para quem escrevemos
Para quem mora aqui e quer entender o que está acontecendo na esquina, não só no noticiário nacional. Para quem participa de reuniões de bairro e precisa de um lugar para divulgar decisões. Para quem chegou há pouco e quer um mapa humano da região.
Também escrevemos para quem quer participar: moradores que enviam fotos de obras, professores que sugerem pautas escolares, comerciantes que avisam sobre mudanças no comércio de rua. O Voz funciona melhor quando a redação e a comunidade conversam — não como promoção, mas como registro compartilhado do lugar onde vivemos.
Como apoiar
O jornal é sustentado por leitores que valorizam cobertura de proximidade. Não vendemos espaço editorial disfarçado de reportagem. Parcerias culturais — oficinas, feiras, eventos de bairro — são sempre identificadas no texto. Se você quer colaborar como repórter ocasional ou fotógrafo voluntário, escreva explicando sua ligação com a região.
Se você tem uma pauta, escreva para [email protected]. Lemos todas as mensagens, mesmo quando não conseguimos responder na hora.